Pular para o conteúdo principal

Postagens

Qual a semelhança entre Elize Matsunaga e Madre Teresa de Calcutá?

Qual a semelhança entre Elize Matsunaga e Madre Teresa de Calcutá? Certamente, algumas pessoas se assustarão com esse título. Mas, a minha intenção é estabelecer uma reflexão sobre o ser humano. Se existissem extraterrestres e eles viessem ao mundo em dois momentos: na primeira situação em 1910, mais precisamente no dia 26 de agosto, e acompanhasse a história de Agnes Gonxha Bojaxhiu (beata Teresa de Calcutá). Certamente, voltariam para o seu planeta, caso fossem evoluídos, achando que a humanidade tinha jeito. O ser-humano seria definido como compassivo, misericordioso, propenso à fidalguia. Agnes Boajaxhiu foi um exemplo de humanitarismo e de abnegação. Se pinçássemos apenas Madre Teresa de Calcutá como a verdadeira mostra da humanidade, estaríamos perto da definição do que é o homem? Antes de respondermos, vejamos outro exemplo. A nave desses alienígenas fictícios pousa na terra em uma segunda situação, século XXI, mais exatamente em 2012. Uma jovem mulher de 30 ano...

Penso, logo tenho culpa.

Penso, logo tenho culpa. René Descartes (1596- 1650), considerado pai da filosofia moderna, postulou a seguinte “fórmula” filosófica: cogito ergo sumi (penso, logo existo).   Esse pensamento gerou o que é denominado de racionalismo .   Apesar dos pensamentos de Descartes formarem algo de suma importância para a compreensão do pensamento moderno, não é pretensão desse arrazoado falar sobre esse profundo assunto. A alusão a esse ícone da filosofia se faz, por conta de sua famosa frase: penso, logo existo. Gostaria de trabalhar com a ideia de que todo homem pensa. Logo, todo homem sente culpa. A ausência da culpa em qualquer ser humano, no mínimo, é um sinal de sociopatia ou de perversão humana. O homem sem culpa é um homem desumanizado. Talvez uma das maiores mentiras contadas ao homem pós-moderno seja a proposta de uma sociedade sem culpa; a égide social que apadrinha o egoísmo e aplaude o narcisismo patológico; o outro tornar-se apenas um objeto para satisfa...

Os miseráveis

Os miseráveis Esse título já foi usado por Victor Hugo em sua obra: Os Miseráveis . O livro conta a história de um homem chamado Jean Valjean que é condenado a passar dez anos preso nas galés por ter roubado comida para se alimentar. Valjean perde a crença nas pessoas, pois sofre o preconceito por sua condição de prisioneiro em condicional. Depois de um tempo, Valjean é acolhido por um bispo chamado: Bienvenu. Apesar de ser bem recebido pelo bispo, ele mostra sua ingratidão ao roubar objetos de valor. A polícia encontra Valjean com o produto do furto e identificam os pertences do bispo Bienvenu. Então foi levado pela policia para enfrentar uma acareação com o bispo. A surpresa fica por conta da reação do religioso, ao ser inquirido pelo policial sobre se a prataria era dele. Bienvenu diz que deu para Valjean tudo e que ele tinha esquecido os castiçais. O livro é muito bem escrito e instigante. O que eu gostaria de comparar nesse arrazoado é sobre a ideia de miséria no sentid...

Igreja missionária, o que é isso?

Igreja missionária, o que é isso? Fala-se muito em ser uma igreja missionária. Muitos dizem que para isso deve-se investir muito em missões transculturais. Se fizermos uma enquete na igreja sobre o que é uma igreja missionária, certamente alguém falará que a igreja precisa sustentar missionários espalhados pelos quatro cantos da terra. Contudo, será que essas definições são necessariamente a essência de uma igreja missionária? Gostaria de arrazoar com vocês sobre esse tema: o que é uma igreja missionária? O que ela precisa fazer para ser considerada missionária? Em primeiro lugar, devemos entender que a palavra missões é um advento novo. Ela surge da compreensão da atitude evangelística apostólica no livro de Atos e dos Evangelhos. A expressão Missão não é encontrada no Novo Testamento, ela faz parte da compreensão do envio dos discípulos para testemunharem de Cristo, do tão conhecido Ide (em outra tradução: indo ) de Jesus (Mt 28.19).   Sendo assim,...
ELE É A NOSSA RESSURREIÇÃO II – uma breve reflexão sobre a Páscoa “Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem” (I Co 1.20). Nesse período de Páscoa, muitas pessoas se lembraram de ovos de chocolates, santos milagreiros (das causas urgentes), comer peixes e fazer penitências – outros se lembraram da fraternidade e mensagens de esperança e paz. Mas, qual será o verdadeiro sentido da Páscoa? Será que é apenas uma tradição judaica que passou para o Cristianismo? Será que a Páscoa é apenas uma festa para reunir a família numa grande ceia? Claro que não! Em nenhum desses sentidos dados é refletido o verdadeiro ensino da Páscoa. A Páscoa, sem dúvidas, tem o seu fundamento na instituição do Antigo Testamento. Era a “Festa em que os israelitas comemoram a libertação dos seus antepassados da escravidão no Egito (Êx 12.1-20). Cai no dia 14 de NISÃ (mais ou menos 1 de abril). Em hebraico o nome dessa festa é Pessach. A FESTA DOS PÃES ASMOS e...

O Evangelho de George Whitefield - Steve Lawson

john stott - como você gostaria de ser lembrado?