sábado, 29 de agosto de 2015

Os “desigrejados” dentro da igreja - É o hábito que faz o crente ou crente que faz o hábito?


Os “desigrejados” dentro da igreja - É o hábito que faz o crente ou crente que faz o hábito?
Rev. Ricardo Rios Melo

É perceptível a fraqueza espiritual que vivemos em nossas igrejas. Uma religiosidade “socialite” ou para usarmos a palavra da moda, “cristianismo caviar”.  Parece que muita gente se conforma com o simples fato de uma religião de adesão e de contrastes: “sou crente, não sou católico”, “sou crente não sou...”  
Quando somos definidos pelo antagônico, perdemos a tão almejada identidade, pois quem nos garante que o outro permanece estático? Como tomar por referência o outro se o outro não sabe quem ele é?
Na era chamada líquida, por Zygmunt Bauman, os conceitos são voláteis. A não solidez é permanente; e a única imobilidade é a própria mobilidade. Como propor posição em contraposição?
O século passado, o século XX, foi denominado, por Eric Hobsbawm, como a era dos extremos. Em sua análise, a história do século XX pode ser vista por períodos de catástrofes que vai de 1914 até a segunda guerra mundial, depois 25 anos da chamada era de ouro que vai até 1970.
O historiador Paul Johnson inicia seu livro sobre o século XX com a afirmação de que o pavimento do pensamento do século XX foi forjado por alguns matizes psicológicos, filosóficos e científicos. Falando da construção psíquica, ele pontua a influência de Freud:

A consciência individual, que se localizava bem no centro da ética judaico-cristã e que era a mola propulsora principal das conquistas individualistas, foi descartada como mero mecanismo de defesa, criado coletivamente para proteger a ordem civilizada da agressividade dos seres humanos. O freudianismo podia ser muitas coisas, mas se tivesse uma essência, esta seria a descrição da culpa” (Paul Johnson, Tempos Modernos, Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército: Instituto Liberal, 1994, p. 9).

 Johnson entende que o relativismo moral ganha força na proposta de Freud, se apodera da descoberta científica da teoria da relatividade proposta por Einstein, e ganha poder no discurso materialista de Karl Marx:

Marx, Freud, Einstein, todos transmitiram a mesma mensagem para a década de 20: o mundo não era o que parecia ser. Os sentidos, cujas percepções empíricas moldaram nossas ideias de tempos e distância, certo e errado, lei e justiça, e natureza do comportamento do homem em sociedade, não eram confiáveis. Além disso, a análise marxista e freudiana se juntaram para minar, cada uma á sua maneira, o sentimento de responsabilidade pessoal e de dever para com o código da verdadeira moral, que era o centro da civilização europeia do século XIX. A impressão que as pessoas tiveram dos ensinamentos de Einstein, de um universo em que todas as medidas de valor eram relativas, servia para confirmar essa visão – ao mesmo tempo desanimadora e estimulante – de anarquia moral (Paul Johnson, Tempos Modernos, Rio de janeiro: Biblioteca do Exército: Instituto Liberal, 1994, p. 9).

 A moral judaico-cristã não só foi substituída como foi colocada, segundo a compreensão de Johnson, no patamar de recalque por Freud, anticientífica e indesejada pela aplicação errônea da ciência de Einstein[1] na esfera moral, e combatida ferozmente pela “religião” marxista com a conceituação de alienação.   
É inegável a secularização da religião. As pessoas estão cada vez mais secularizadas e picadas pela mosca azul da modernidade. Nancy Pearcey, herdeira do pensamento de Francis Schaeffer, avalia em seu livro Verdade Absoluta, publicado no Brasil pela editora CPAD, que a contemporaneidade criou a dicotomia: fato/valor. Aquilo que é científico, palpável, verificável e digno de discussão são os fatos. Esses fatos só podem ser verificados pela ciência.  
A religião foi soterrada de maneira conceitual ao ser chamada de valor. Ao denominar a religião de valor, a modernidade coloca a religião como moralidade individual, subjetiva e inquestionável sob o ponto de vista do outro. Já que a religião é subjetiva, ela pertence ao sujeito que afere valor a ela por intermédio de seus valores subjetivos, ou seja, não pode ser verificada com olhos objetivos e factuais. Portanto, cada um tem a sua ou não tem e a amizade continua.
Bom, o ditado original: não é o monge que faz o hábito, que foi usado no título de maneira modificada, quer dizer que não devemos julgar as pessoas pelas aparências. Contudo, o cristianismo usa o critério objetivo das Escrituras para fazer esse escrutínio.
Por mais antiquado que seja o posicionamento judaico-cristão para os autointitulados pós-modernos, os critérios são objetivos: pelos frutos se conhece a árvore (Mt. 7.16, Lc 6.44).  Os cristãos não usam a dicotomia fato/valor. Os fatos são fatos porque Deus diz que são. Ser espiritual na ideia cristã é viver no Espírito em todas as esferas da vida factual (1 Co. 10. 31-33).
Você poderá me perguntar qual o motivo desse resumo bem rápido do século XX. É que você tem usado a roupa (hábito) do monge moderno ou se preferir, pós-moderno. Você tem vivido uma vida e uma religião alienante, no sentido marxista. Culposa, no sentido freudiano. Relativista, na ideia equivocada da aplicação científica da teoria da relatividade dentro da esfera moral, chamado de relativismo.
A grande sacada do nosso século não são as lutas declaradas e discursos inflamados dos profetas secularistas ou religiosos, o grande golpe contra o cristianismo começou com a mudança da percepção do que é o homem e de seu objetivo no mundo. A grande batalha foi travada não por armas bélicas, mas por armas ideológicas e fundantes de um pensamento que está implodindo a igreja visível.  A mudança, nos dizeres filosóficos, foram epistemológicas; naquilo que os reformados chamam de cosmovisão. A pós-modernidade construiu um Deus evanescente. A ideia de Deus se perdeu no Delírio de Richard Dawkins. Colocar a religião no patamar do inatingível e, portanto, não discutível, criou a possibilidade de extirpá-la sem enviar uma única bomba sequer.
Quando esses conceitos são apenas da academia e dos doutores do saber, isso parece não fazer sentido aplicativo ou pragmático. Contudo, ao olhar a espiritualidade da igreja hoje, não é difícil enxergar que os “crentes” tomaram banho na fonte da modernidade. O pós-modernismo teve sua origem mais rápida e direta da modernidade. O plano estratégico para destruição do cristianismo foi imiscuir os pensamentos – a síntese hegeliana tomou forma sólida na liquidificação pós-moderna.
Na era do esvaziamento do sentido, não faz sentido buscar sentido nas coisas. A busca pelo individualismo cristão e de uma espiritualidade mística, que não pode ser verificada pela simples aferição bíblica, é comum nas igrejas: “ninguém deve julgar o outro”. Essa frase traduzida é a seguinte: religião é valor individual, portanto, ninguém pode verificá-la. Os fatos foram separados dos valores: “quem sou eu para julgar o outro?”. Essa pergunta é simplesmente retórica. O significado dela é: eu sou como ele, portanto não devo julgá-lo. Se essa fosse uma pergunta séria, ela levaria o sujeito a se perguntar quem ele é e, portanto, diante da resposta, a autoridade para jugar ou não. A resposta bíblica é simples: quem julga é Deus, por intermédio objetivo de Sua Palavra (Rm 2.14-16).
Quando alguém diz que precisamos tornar a igreja relevante, ele já foi atingido pelo pragmatismo pós-moderno. Se a relevância da religião não é ontológica, ela não pode e não será de uma forma explicitada. A verdadeira religião, ela é implícita, mas é conhecida pela exposição dos nossos pensamentos e ações.
Nesse tempo líquido, olhar para o outro para saber quem eu sou é como olhar um holograma e tentar pegá-lo. Saber quem somos olhando para o outro é extremamente arriscado em nossa época. Mas, por outro lado, olharmos para nós mesmos pensando que encontraremos as repostas é como pedir para uma máquina que ela pense de maneira autônoma – somos frutos de uma árvore chamada tempo histórico. Portanto, pensamento autônomo não existe.
Qual será a solução então? Voltarmos para a palavra da moda. Voltarmos para o que é  aquilo que se denominou de perene. A única coisa que é perene, ou seja, permanece, é a Palavra de Deus: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar” (Mt 24. 35).
Querido, quando você transforma o cristianismo em uma religião de domingo, você abraçou o secularismo moderno. Transformou a religião em algo sem sentido, sem valor aplicativo. O cristianismo muda não só as ações, mas o pensamento; a cosmovisão.  A religião é relevante em si mesma, pois ela modifica o pensamento. O pensamento é o campo principal de batalha. Devemos renovar nossas mentes (Rm 12.1-3). Renovando o pensamento renovaremos nossas atitudes (Rm 12-15).
Olhe para a era dos extremos. Olhe para os tempos modernos. As mudanças foram visíveis e palpáveis, mas a construção dessas mudanças começaram no divã de Freud, nos gabinetes dos filósofos como Kant, Hegel. Nas elucubrações fantasiosas de Marx, nas pesquisas cientificas de Einstein. Acorde, irmão! Se você quer saber quem você não é pelo outro, precisa saber que hoje não sabemos nem mais o que é o outro, pois a liquidez do pensamento, da moral e dos costumes chegou.
Irmãos, querem saber quem são vocês? Olhem para as Escrituras! Parafraseando Calvino, quer saber quem és? Conheça a Deus e se conhecerá!
O hábito não faz o monge, mas a prática revela o crente! Tem se falado muito sobre os desigrejados, mas temos muitos desigrejados dentro da igreja. Vão à igreja, mas deixaram a alma em casa. Dizem que amam a Deus, entretanto, o principal sacrifício que fazem: o sacrifício da vida, é para o mundo! Gastam seu tempo, dinheiro, saúde, pensamento e ações no que é perecível; onde a traça e a ferrugem corroem (Mt 6.19). Ah, querido! Eu acho que sua religião está enferrujada!
“Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras” Tg 2:18.

Deus nos abençoe!
Rev. Ricardo Rios Melo



[1] Einstein, segundo Johnson, não pretendia aplicar sua teoria científica na esfera moral. 

sábado, 22 de agosto de 2015

A fé que "faia"

fé que faia
Rev. Ricardo Rios Melo

Ainda há possibilidades de se espantar com o tipo de fé que se encontra na igreja? Resposta: sim! Sempre  lugar para surpresas. Há muito tempo o compositor baiano Gilberto Gil traduziu o pensamento de muitos tornando a fé o próprio objeto de fé: “Andar com fé eu vou,
que a fé não costuma ‘faiá’”. A frase e a letra, de modo geral, representam a ideia geral de que o importante é ter fé, independentemente do objeto ao qual ela se destina. A fé se tornou um deus, pois ela não falha. 

No decorrer da música, o criativo compositor diz que a fé está na mulher, na cobra, no calor, no pão, na lamina do punhal etc., ou seja, não importa onde ela esteja, o importante é que ela está em algo. 
Bom, entendo as licenças poéticas, a liberdade que os artistas pretendem e realmente possuem em vários aspectos. A questão é que a fé se torna uma entidade em si. Ela não é, como a Bíblia declara, um meio pelo qual Deus comunica sua graça; ela é finalística. Ela é a própria finalidade de si mesma. Falando claramente, até um ateu pode ter fé nele mesmo que ele será considerado um homem de fé. A fé transmitida por essa música santifica qualquer objeto: “Certo ou errado, diz Gilberto Gil, “a A fé vai onde quer que eu vá Ô-ô; A pé ou de avião; Mesmo a quem não tem ; A fé costuma acompanhar”.
As artes retratam o pensamento de uma época. Não se pode pensar as artes de maneira purista. A cultura é permeada de pressupostos. As artes modernas retratam aquilo que Hans R. Rookmaaker chama de “morte cultural”. A genuína fé cristã foi expulsa das artes, pois a própria fé cristã passa por um longo desencantamento. Um processo de genocídio cultural. A modernidade e a autoproclamada pós-modernidade pretendem limpar a cultura da incômoda religiosidade cristã. 
Poder-se-ia analisar o processo de limpeza étnica na história por diversos métodos: genocídio, miscigenação, aculturamento, entre outros. Um método muito eficaz é por intermédio do casamento de pessoas de culturas e religiões diferentes. Pois bem, a melhor maneira de diluir um pensamento é ressignificá-lo ou esvaziá-lo de sentido. Daí o perigo que existe nos sermões alegóricos. 
Façamos de conta que você tem medo da cuca. Agora imagine a cuca vestida de Xuxa com peruca e tudo cantando Ilariê, mascando chiclete e escorregando em uma pista de sabão. Imaginou? Será que essa cuca é apavorante? Pois é, diluir, ressignificar pode servir para várias questões, uma delas é descaracterizar algo ou esvaziar de sentido.
Quando uma pessoa diz que a fé é o objeto ou que ela tem um fim em si mesma, ela é descaracterizada, desaculturada, assassinada do seu sentido original. 
Diversos crentes tem tido a fé de Gilberto Gil: “a fé que não costuma faiá”. Eles não sabem o sentido verdadeiro da fé! Algumas pessoas sequer pensam qual é o verdadeiro objeto da fé! A fé comum assemelha-se, mesmo sem muitas vezes compreender, à experiência do salto da fé” proposto por SorenAabye Kierkegaard  (1813-1855). A fé subjetivada por Kierkegaard é desprovida de um objeto concreto, pois a relação é existencial ou o objeto é o próprio meio e não o fim. 
Um grande número de pessoas estão, em nome da fé, fazendo correntes de oração, abraços para salvar lagoas, fazendo caridade, prometendo curas ou esperando milagres, passando mensagens em redes sociais independentemente da religião, pois tudo pode em nome da fé. Algumas dessas coisas são plausíveis, como por exemplo, orar por um milagre. A questão não é essa, a questão é: o que ou Quem irá curar? Para esse grupo, quem cura é a fé. Quando Jesus diz que sua fé te salvou, ele não queria dizer que a fé é uma persona. A fé não é um ser que cura, mas o meio que recebe a graça da vida ou da cura dada por Deus.
Esses crentes na fé desprezam as reuniões de doutrina, os sermões, as palestras, os livros. Eles vivem em uma agenda de fé diferente. Pensam que se eles forem boas pessoas e praticarem caridade,serão aceitos pela fé. Sempre estão prontos para agirem pelo coração, pois a fé habita em seus corações e elas sempre fazem coisas segundo o sentimento. Oram, oram, oram, sem nem saber se as orações são próprias ou não. Afinal de contas, o importante é a fé na oração. Suplantaram a objetividade da fé pela experiência de fé.
Às vezes, esse tipo de “crente” trata a igreja como uma ONG. Entende que o papel da igreja é o assistencialismo: cestas básicas, remédios, roupas, colchões sopas e coisas do gênero. Muitas dessas pessoas não fazem ofertas na igreja para missionários ou ajudam outros necessitados da igreja oferecendo empregos ou educação, mas são altamente solicitas nas sinaleiras e na entrega de sopas. A fé que não faia tem sua cara. 
A nossa teologia reformada prevê tipos de fé: 1Salvadora, que somente pertence aos eleitos de Deus; 2a fé milagrosa passiva ou ativa, que prevê que a pessoa sofre a ação do milagre ou produz o milagre; 3. temporal que, como o próprio nome diz, passa com o tempo; 4.  histórica ou científica, que crê nos acontecimentos históricos. 
A nossa fé deve ser a fé justificadora como da pergunta 72 do Catecismo Maior de Westminster:
72. Que é a fé justificadora?
A fé justificadora é a que salva. É operada pelo Espírito e pela Palavra de Deus no coração do pecador que, sendo por eles convencido do seu pecado e miséria e da sua incapacidade, e das demais criaturas, para o restaurar desse estado, não somente aceita a verdade da promessa do Evangelho, mas recebe e confia em Cristo e na sua justiça, que lhe são oferecidos no Evangelho, para o perdão de pecados e para que a sua pessoa seja aceita e reputada justa diante de Deus para a salvação.
Heb. 10:39; 1 Cor, 12:3, 9; Rom. 10:14, 17; João 16:8-9; At. 16:30; Ef. 1:13; Ef. 10:43; Fil. 3.9; At. 15:11.
Na pergunta 72, a fé verdadeira fica mais clara ainda: 
73. Como justifica a fé o pecador diante de Deus?
A fé justifica o pecador diante de Deus, não por causa das outras graças que sempre a acompanham, nem por causa das boas obras que são os frutos dela, nem como se fosse a graça da fé, ou qualquer ato dela, que lhe é imputado para a justificação; mas unicamente porque a fé é o instrumento pelo qual o pecador recebe e aplica a si Cristo e a sua justiça.
Rel. Gal. 3:11; Rom. 3:28, e 4:5; João 1:12; Gal2:16.
A fé é certeza! A fé é o meio, “instrumento pelo qual o pecador recebe e aplica a si Cristo e a sua justiça”. Portanto, a fé na fé sempre faia, pois ela na verdade, é fé em si mesma
Por detrás de todo humilde na fé, há um ególatra! A fé que esperamos é certeza (HB 11.1). Sabemos quem Deus é, o que Ele promete nas Escrituras. Consultar o coração só é pertinente quando a lente de escrutínio é a Bíblia.
Estou convicto que algumas igrejas evangélicas viraram idólatras da fé. Transformaram suas igrejas em comunidades terapêuticas, centros de entretenimento e provimento emocional e assistencial. bolsa-família atingiu a igreja, agora temos o bolsa-crente na fé: os carentes encontrarão assistênciaemocional, financeira e de saúde. 
Os irmãos da terceira idade encontrarão aulas de teatro, tricô, xadrez etc. Há lugar para todo mundo, basta ter a fé que não faia! Fé na fé!
Certa feita, em uma escola dominical, estava uma irmã falando de uma seita religiosa bradou emocionada: “eles são iguais a nós!”. Naquele momento, indignado, eu que ainda era seminarista, respondi que a fé que eles tinham era diferente da nossa. O Deus que eles proferiam não era das Escrituras e o Cristo que eles pregavam era impotente e frágil. O Deus das Escrituras é soberano, poderoso, glorioso! Cristo que é vero Deus também é poderoso glorioso e ressuscitou ao terceiro dia e irá voltar para julgar os vivos e os mortos!
Ah, queridos, como eu era ingênuo! Depois de anos de ministério, descobri que aquela pessoa que estava na EBD estava certa! A fé do mundo. A fé do Gilberto Gil é a mesma fé de muita gente na igreja! Eles são irmãos de uma mesma crença: a crença na fé!
Gostaria de ter o poder, nesse momento, de produzir fé salvadora em seu coração, mas, só Deus pode fazer isso! A fé verdadeira pertence apenas aos Seus: Orem também para que sejamos libertos dos homens perversos e maus, pois a fé não é de todos. 2 Tessalonicenses 3.2.
Queridos, se todo mundo está salvo, é sinal que todo mundo está perdido. Se todo mundo tem fé, é sinal que todo mundo é incrédulo. 
A fé salvadora, justificadora, só tem quem pertence a Deus! Se você não conhece a Bíblia, não lêas escrituras, não ora segundo as escrituras, não sabe do que se trata a Bíblia, não conhece a pessoa e obra de Cristo, não conhece as pessoas e obras da Trindade, naquele grande Dia, o Dia da volta de Cristo, sua fé querido amigo, irá faiá
Lembre-se que te chamar de irmão aqui na terra ou na igreja não significa que somos irmãos de fato em Cristo, pois se seu entendimento não é o da pergunta 72 e 73 do Catecismo que está respaldado nas Escrituras, sinto muito amigo, você tem outra religião! 

Deus te livre desse sindicato da fé!
Rev. Ricardo Rios Melo


Uma igreja relevante

Uma igreja relevante Há muito se fala de que a igreja precisa ser relevante. Arautos da Teologia da Missão Integral dizem que a igreja...