sábado, 24 de outubro de 2009

Fiel em Portugal ao vivo pela net

Conferência de Portugal
Conferência de Portugal

A Editora Fiel traz a você a oportunidade de acompanhar na integra e ao vivo as palestras da 9ª Conferência Fiel em Portugal.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A sutileza do engano

A sutileza do engano

Como é interessante percebermos que o engano é sutil; ele vem de mansinho e consome nossas vidas aos poucos. É na sutileza da mentira que as pessoas caem. Ninguém cairia em uma mentira se ela fosse algo incoerente com a realidade. Por isso, para que uma mentira seja aceita, ela precisa ser bem próxima da verdade; precisa ser uma distorção da verdade para que possa enganar.

Existem vários enganos em nossos dias. Um desses enganos é pensarmos que viveremos para sempre nessa terra de pecado. Viveremos nessa terra, sim! Mas, ela será restaurada (Rm 8.20,21).

Deus nos promete tesouros. Contudo, esses tesouros são os dos céus. Nossa maior riqueza na terra não vale um tostão em relação aos tesouros dos céus: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mt 6. 19,20).

Muitos estão buscando os bens da terra e vivendo como se não houvesse o dia do juízo. Combatemos muito o evangelho da prosperidade, mas muitos protestantes tradicionais vivem para seu próprio desfrute. Não pensam no próximo e menos ainda em Deus.

Hoje, para termos uma idéia, em determinadas igrejas, precisamos quase que implorar para alguém trabalhar na igreja. As pessoas estão tão ocupadas com pós-graduações, mestrados, doutorados, pós-doutorados, viagens, passeios, trabalho etc., que não têm tempo nem de se dedicarem à igreja e, menos ainda, às devocionais diárias em suas casas. Todas essas coisas são lícitas, desde que Deus esteja em primeiro lugar.

O diabo plantou uma mentira no crente moderno: de que nós é que conseguimos as coisas. Muitos pensam que o fato de se dedicarem todo o tempo ao trabalho vai fazê-los conseguir galgar sucesso profissional. É verdade que precisamos estudar e nos aprimorar em nossas profissões. É verdade que Deus não honra o preguiçoso, contudo devemos ter cuidado de não creditarmos a nós o nosso sucesso profissional. Contudo, você me dirá: “eu não faço isso!” Bem, viver sem tempo para Deus no dia-a-dia e na igreja é afirmar que Ele não é importante para o nosso sucesso. Quando Martinho Lutero tinha muito trabalho para fazer em um dia, diz os biógrafos dele, ele acordava mais cedo para orar, pois o diabo teria mais tempo para tentá-lo. E você? Como você administra seu tempo? Se Deus, por um segundo, pudesse deixar de cuidar de nós, o que aconteceria com nossas vidas?

O engano e o enganador são ardilosos. Eles começaram a dizer a você que não há problema faltar um, dois, três, quatro domingos ou mais. Aliás, diz o enganado, “eu sou o templo do Espírito e não preciso ser crente só na igreja”. Tolo! Esse engano já foi desmascarado em Hebreus 10.25: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima”. Quantos já caíram nesse engodo! Pensaram que eram fortes sozinhos! E, quando caíram, já não tinham ninguém ao lado para dar a mão, pois estavam sozinhos. É verdade que a salvação é individual, mas a “igreja é a Escola da santidade”.

Spurgeon nos alerta: “Deveríamos ter as nossas igrejas muito ocupadas para Deus. Qual a utilidade de uma igreja que se reúne unicamente para ouvir sermões, tal como uma família se reúne para tomar as suas refeições? Qual o proveito, digo eu, se ela não realiza trabalho algum? Não é triste que haja tantos crentes indolentes no trabalho do Senhor, ainda que nos seus próprios trabalhos sejam bastante zelosos? É por causa da ociosidade dos crentes que se houve falar tanto da necessidade de entretenimentos e de toda a espécie de disparates. Se eles estivessem trabalhando para o Senhor Jesus não ouviríamos falar disto. Uma boa mulher perguntou a uma dona-de-casa: ‘como você se diverte?’, ao que a outra respondeu: ‘Bem, tenho muitos filhos e, por isso, tenho muito que fazer’. ‘Sim’, disse a outra, ‘vejo isso. Observo que há muito que fazer em sua casa; mas como você nunca faz, estou curiosa para descobrir o que você faz para se divertir’. Há muita coisa a ser feita por uma igreja cristã. Dentro do próprio templo, na vizinhança, pelo pobres, pelo mundo descrente, etc. se entendermos bem isso, as nossas mentes ficarão ocupadas, assim como os nossos corações, as nossas mãos e as nossas línguas, e desta maneira não haverá necessidade de diversões. Se deixarmos que ociosidade penetre, bem como o espírito que dirige pessoas preguiçosas, sentiremos imediatamente um desejo de divertimento. E que divertimentos! Se a religião em si não é uma farsa para certas congregações, pelo menos a tendência é de parecer em maior número para assistir uma farsa qualquer do que para orar. Não posso compreender isso. O homem que tem grande amor por Jesus tem pouca necessidade de se divertir. Nem sequer tem tempo para ninharias. Para ele, mais importante é salvar almas, anunciar a verdade e alargar o reino do seu Senhor. (...) Irmãos, carecemos de igrejas que produzam santos: homens de fé poderosa e oração persistente, homens de vidas santas, homens cheios do Espírito Santo” (Charles H. Spurgeon, A Maior Luta do Mundo, São Paulo, FIEL, 1995, 53,54).

Não podemos acreditar que Spurgeon ou qualquer servo de Deus seja contra a diversão, não! O que devemos ter em mente é que até a nossa diversão deve passar pela pergunta: glorifica a Deus? Eu estou deixando de fazer a obra do Senhor para me divertir? Perguntas difíceis, não acha? Imagine Paulo dizendo para o Senhor que não poderia ir ao culto da noite porque tinha jogo de futebol para assistir. Imaginou? Spurgeon condena o entretenimento na igreja como modelo de atração dos crentes. Os crentes devem ser atraídos pela voz do bom Pastor! E não por firulas pragmáticas.

Jogar bola ou fazer qualquer outra atividade de diversão lícita para Senhor não é pecado! O problema é colocá-las à frente de Deus: Então, aproximando-se dele um escriba, disse-lhe: Mestre, seguir-te-ei para onde quer que fores. Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça. E outro dos discípulos lhe disse: Senhor, permite-me ir primeiro sepultar meu pai. Replicou-lhe, porém, Jesus: Segue-me, e deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos” (Mt 8.19-22).

No evangelho de Lucas, Deus nos adverte de maneira severa: Ele, porém, respondeu: Certo homem deu uma grande ceia e convidou muitos. À hora da ceia, enviou o seu servo para avisar aos convidados: Vinde, porque tudo já está preparado. Não obstante, todos, à uma, começaram a escusar-se. Disse o primeiro: Comprei um campo e preciso ir vê-lo; rogo-te que me tenhas por escusado. Outro disse: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; rogo-te que me tenhas por escusado. E outro disse: Casei-me e, por isso, não posso ir. Voltando o servo, tudo contou ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Depois, lhe disse o servo: Senhor, feito está como mandaste, e ainda há lugar. Respondeu-lhe o senhor: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa. Porque vos declaro que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia” (Lc 14. 16-24).

Deus não chama desocupados. Porém, os que estão ocupados para ele poderão amargar a rejeição eterna: Porque vos declaro que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia” (Lc 14.24).

“É melhor coxear pelo caminho do que avançar a grandes passos fora dele. Pois quem coxea no caminho, ainda que avance pouco, atem-se à meta, enquanto quem vai fora dele, quanto mais corre, mais se afasta." [Agostinho de Hipona ]

Rev. Ricardo Rios Melo

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Importa padecer – uma breve visão da morte para os crentes

Importa padecer – uma breve visão da morte para os crentes
“pois eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome”. Atos 9.16
Existe um chiste que diz: “todo mundo quer ir para o céu, mas ninguém quer morrer”. Essa piadinha mostra algo implícito nas pessoas: o apego à vida. Se pensarmos que o apego à vida é natural, e o é de fato, perceberemos que se alguém falar com você que quer morrer, você dirá: “essa pessoa está sofrendo de depressão” ou de algum distúrbio, pois todos querem viver.
A morte é desastrosa na história humana e, segundo Gênesis, passou a existir após o pecado de Adão. Por isso, o apego a vida é natural. Não era para morremos. Não é da natureza original do homem morrer, pois, na gênese humana, Deus nos criou para vivermos eternamente. Contudo, a natureza caída do homem passou a conviver com a morte. Nesse caso, se pensarmos em natural, poder-se-ia dizer que o homem natural, como descreve a Bíblia, já convive com a morte desde o seu nascimento. Ele nasce sabendo que vai morrer. Existe um consenso que diz: “a coisa mais certa da vida é a morte”.
Saber que a morte é algo certo não significa dizer que o homem perdeu o senso eterno, ou senso de eternidade, a sensação de que a morte é algo trágico, desnecessário, angustiante e até mesmo evitável. Não fosse assim, por que avançar tanto na medicina? Não seria a medicina uma tentativa de eternizar o homem? Se aceitássemos a morte como inevitável e necessária, não investiríamos tanto para alcançar a longevidade da vida.
A medicina é algo fantástico. Os avanços na biologia, genética, nas ciências que cuidam do corpo humano em geral, são magníficos. Isso tudo é bom e deve continuar. Mas, não seriam esses estudos uma tentativa de imortalizar o homem? Se aceitássemos tão prontamente a morte, não era mais fácil deixar as pessoas morrerem?
Bom, não é isso que acontece. Não deixamos as pessoas morrerem, pois nós mesmos não queremos morrer. Lutamos desesperadamente para nos mantermos vivos eternamente.
A visão cética do mundo diz que viraremos adubo e se utiliza da máxima: “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” de Antoine Lavoisier. A própria concepção materialista científica, usada primariamente por Gottfried Wilhelm Von Leibniz (apesar de religioso e acreditar na espiritualidade), reduz, em seus conceitos científicos, tudo à matéria, culminando em um reducionismo. Reducionismo esse que foi esboçado desde a filosofia pré-socrática e que não se coaduna com a própria ontologia humana. A história derruba a tese que enxerga o homem da mesma forma como enxerga um adubo e que o reduz a simples matéria.
Talvez essa afirmação seja dura contra os que enxergam a morte como algo da natureza e, portanto, vêem o ciclo da vida e morte como um processo natural, permanente e, portanto, inevitável. Entretanto, é a conclusão lógica. Se entendermos o homem como mais um componente da natureza, não contemplaremos toda complexidade do ser humano; inclusive, sua luta por viver.
Talvez a tese de Charles Darwin pudesse responder à questão da luta pela vida ou apego à vida como um processo natural da luta da sobrevivência da espécie que precisa modificar o meio e a si próprio para adaptar-se e garantir a vida. Entretanto, essa tese não foi suficiente para confortar o coração de Darwin no leito de sua morte. Alguns dizem que uma cristã por nome Lady Hope esteve no leito de morte do evolucionista e testemunhou sua reconciliação com Jesus. Bom, se isso é verdade? Muitos acham improvável, outros acham impossível. Há quem diga que é apenas uma lenda criada pelos criacionistas. O fato é que Darwin era filho de protestantes e estudou teologia, portanto não seria loucura afirmar isso. Conquanto isso seja verdadeiro, não anula sua teoria para seus seguidores e, muito menos, para nós cristãos que a rejeitamos. Se Darwin se converteu, ou não, não importa para o debate da origem da vida. O que importa é que se alguém morre acreditando em sua teoria, morre sabendo que virará adubo. Tudo que a pessoa tenha feito no mundo não servirá para nada. Sua existência é comparada a uma folha que murcha e cai. Sua existência é sem sentido. Nascemos, crescemos, procriamos e morremos para adubar a terra e manter o tal do ciclo da vida.
Como confortaríamos alguém que perdeu um ente querido: “não se preocupe, agora ele já está em estado de decomposição e servirá para nutrir as plantas e árvores que estão acima dele” ou “isso faz parte da evolução”. Percebem que tristeza?
Outro fato que devemos levantar é que os conceitos morais e a forma como vivemos no presente dependem muito de como enxergamos a morte e a vida. Vejamos o caso da violência: quanto menos medo da morte as pessoas têm, mais violentas elas se tornam, pois não têm o que perder. Aliás, essa a é frase que os assassinos e ladrões usam muito: “não tenho nada a perder”.
Alguém poderá objetar essa idéia e dizer que muitos ateus dão mais exemplos de vida moral e correta do que alguns que professam ser cristãos. É verdade! Acontece essa lástima há muito. Contudo, viver uma vida moral baseada em princípios evolucionistas e ateus é completamente antagônico e muito mais coerente com o capitalismo selvagem e com o egoísmo, pois a idéia da evolução é: “que vença o mais forte”.
A idéia de casamento ocidental e de fidelidade é claramente cristã. Mesmo que entremos em discussões antropológicas, veremos que não há sentido na fidelidade se formos pelo viés da zoologia, pelo menos em alguns estudos que identificam que a fidelidade entre alguns animais é momentânea e apenas para procriação. Alguns estudiosos chegam a falar de uma Promiscuidade Primitiva e em uma sociedade matriarcal, onde só poderíamos saber a filiação de alguém por intermédio da mãe, ou seja, não se poderia identificar o pai.
“A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”, de Friedrich Engels, diz que a família é uma criação capitalista para manter o capital concentrado e a propriedade. Sendo assim, não há sentido em termos família, não acham?
Viver sem uma boa perspectiva da vida e da morte é fatal para a esperança em uma sociedade melhor. O apóstolo Paulo resume essa idéia da seguinte forma em 1 Co 15, 14, 17-19, 32: “E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé; (...) E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. (...) Se, como homem, lutei em Éfeso com feras, que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam, comamos e bebamos, que amanhã morreremos”. Paulo é coerente, pois, sem Cristo e a garantia de ressurreição, não há sentido em viver retamente.
O que fez Paulo e os apóstolos padecerem pelo nome de Cristo, sofrerem perseguições e enfrentarem os tribunais e as dores não foi a certeza da morte, mas certeza da vida eterna e da ressurreição.
Quando Cristo chamou Paulo para padecer, Paulo sabia que sofreria, mas só o fato da certeza da vida eterna fez com que qualquer dor parecesse nada em comparação à sublime glória a ser revelada em Cristo. “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1 Co 15.55).
Quando entendemos que a morte é uma punição e que em Cristo temos absolvição de nossos pecados e o livramento da morte, ela já não é significativa para nós, pois ela representa que: 1) no tempo presente, devemos viver para agradar a Deus; 2) os sofrimentos são passageiros e incomparáveis com a vida eterna; 3) a morte, no presente, para os crentes, é o Pai chamando seus filhos para descansarem do labor terreno; 4) os que estão em Cristo não morrem, mas vivem eternamente; 5) consolamos os nossos queridos com a certeza de que os que morrem em Cristo estão bem melhor do que nós: “Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor” (Fp 1:23). Portanto, nossos amados que partiram nos deixaram saudades e uma dor que só o Espírito pode consolar, contudo, longe estão dos sofrimentos e de serem considerados coitados e infelizes, pois estão nos braços do Pai que nos ama mais do que qualquer amor que sequer imaginemos. Afinal “Preciosa é aos olhos do SENHOR a morte dos seus santos”. (Sl 116.15) .
A morte nos ensina mais uma coisa, que não era para ela existir. Ela sempre aponta para o início e não para fim. Ao olharmos a morte de alguém, devemos lembrar que é na gênese humana que ela acontece. E na desobediência do homem que ela passa a existir e, portanto, é um instrumento de punição que também terá um fim: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap 21.4).
Queridos, padecer no tempo, por mais doloroso que seja, não pode ser comparado com a vida eterna em Cristo. “Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós” (Rm 8.18).
Maranata, vem Senhor Jesus!
Rev. Ricardo Rios Melo

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Conferência ao Vivo
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Uma igreja relevante

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