sexta-feira, 19 de março de 2010

A imoralidade globalizada

A imoralidade globalizada

Há muito que os canais de televisão tentam imprimir comportamento nas pessoas. Se fizermos uma retrospectiva histórica das programações, poderemos verificar seu esforço claro para quebrar padrões familiares e morais.

Hoje se discute muito sobre quebra de padrões. Na verdade, o que se diz é que os padrões foram estabelecidos pela maioria e, portanto, deve-se quebrá-los em prol de um despertar da individualidade.

A rede de televisão Globo apresenta vários programas curiosos dentro da perspectiva de quebra de padrões. Vejamos alguns dos vários que a emissora transmite:

1) Big Brother Brasil - apresenta jovens que bebem o tempo todo até cair e se insinuam simulando o ato sexual. Uma apologia da vida desregrada em todos os sentidos. Uma excelente propaganda para as empresas de bebida e cigarros. Um grande desserviço para a sociedade que quer uma melhor qualidade de vida para os jovens livrando-os dos vícios;

2) Viver a Vida - novela de Manoel Carlos que não apresenta uma família sequer estruturada. Todas as famílias são desajustadas.

a. A protagonista da novela, em uma briga com seu marido (diga-se de passagem, já foi casado antes e continua traindo a atual esposa), revela que ele tem um filho fora do primeiro casamento e que não reconheceu. O cônjuge, prontamente, rebate dizendo que ela já fez um aborto. A esposa, protagonizada por Taís Araújo, está de flerte com outro e já até beijou o filho do seu marido sem saber.

b. Uma menininha, de nome Rafaela, mostra-se de uma perversidade impressionante. Ela é chantagista e irritante. O autor coloca um olhar intimidador na criança quando ela sabe que a Helena (Taís Araújo) beijou Bruno (Thiago Lacerda);

c. Existe irmão gêmeo brigando pela mesma mulher. A traição está em todos os núcleos da novela, aliás, como já fizeram piada sobre isso, a novela deveria mudar o nome para “Traindo na vida” ou algo semelhante. A idéia da história é dizer que viver a vida é isso: não ter compromisso com ninguém e muito menos com a moral;

d. Existe uma cena, que já foi comentada por vários meios de comunicação, onde uma jovem é flagrada fazendo sexo com o namorado no quarto de sua casa. A jovem simplesmente faz uma piada com a mãe e vai tomar café com a família e o namorado tranquilamente.

Nessa novela não existe nada de moral e de significativo para mostrar. É uma pena, pois o tema da doença e de pessoas portadoras de necessidades especiais que venceram as adversidades, apesar das “limitações”, é de suma importância! Mas, o folhetim se atém, de maneira mais contundente, à tentativa de imprimir a infidelidade e a imoralidade.

A Globo também tem outros programas, como Malhação, que mostra jovens com o comportamento de traição, intriga e sexo livre; entre outros.

A Rede Globo pode argumentar dizendo que seu intento é entreter e que seus programas são de ordem fictícia e que, se alguém quiser, pode usar a democracia do controle remoto, ou seja, desligar.

Esse tipo de afirmação é em parte verdadeiro, pois podemos realmente desligar a TV e devemos fazer isso mesmo! Contudo, toda idéia transmitida em um veículo de massa como a rede televisiva causa impactos indeléveis na sociedade.

A discussão está acesa: cadê a família padrão? Cadê a moralidade? Se a moral é circunstancial e cultural, estamos perdidos, pois a pedofilia, que hoje é proibida, será liberada em breve. Por exemplo, na Grécia era desejável que os mais velhos iniciassem as crianças na vida sexual e, principalmente, no homossexualismo.

O incesto, hoje proibido, poderá logo ser aceito livremente, pois, se não temos padrão, essa será mais uma prática aceita.

A idéia de família nuclear: pai, mãe e filhos será extinta, uma vez que não existem padrões.

Queridos, temos que ter cuidado com a globalização da imoralidade. Se continuar assim, a sociedade ficará como Sodoma e Gomorra.

“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conceito! Ai dos que são heróis para beber vinho e valentes para misturar bebida forte, os quais por suborno justificam o perverso e ao justo negam justiça!” (Is 5. 20-23).

Deus os abençoe!

Ricardo Rios Melo

Um comentário:

Alexandre Pitante disse...

Paz, Ricardo.

Parabéns, pelo seu trabalho neste blog. Que Deus em Cristo Jesus lhe continue abençoando poderosamente.

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